A verdadeira Cura para a Diabetes – A Alimentação

Este documentário conta a história impressionante de um grupo de indivíduos que passou 30 dias numa clínica no Arizona, EUA, com a finalidade de reverter os seus problemas graves de diabetes. Podemos ver casos de indivíduos com glicémias de mais de 300 e 400 mg/dl em jejum, quando os valores de referência andam entre os 70 e os 110 mg/dl.

Segundo o Dr. Mark Houston, Director do Nashville Hypertension Institute (Texas, EUA) idealmente este valor deve andar à volta dos 70- 80 mg/dl e não mais que isso.

A maioria das pessoas com diabetes é formatada para tomar medicamentos para o resto das suas vidas (porque os médicos dizem que este é um problema irreversível e sem cura), no entanto, aqui está mais uma prova que a nutrição é a base para prevenir e até reverter doenças. Os medicamentos para a diabetes não resolvem a causa do problema, apenas atenuam os síntomas. O problema continua lá se não for tratado desde a sua raíz. É como se quisesse evitar uma infiltração em casa, colocando panos e panelas em todo o lado, sem verificar se a torneira ficou aberta!

A “única” coisa que estas pessoas mudaram foi o seu regime alimentar que até então era simplesmente catastrófico. Não foi utilizado qualquer tipo de medicação nem suplemento alimentar. Isto significa que qualquer pessoa com diabetes pode reverter (ou pelo menos melhorar de forma significativa) o seu problema, mudando o seu estilo de vida.

A dieta destas pessoas é constítuida por comida crua alta em fibra (nota: a comida quando cozinhada perde 50% da proteína, 70-80% das vitaminas e minerais e quase 100% de antioxidantes), alta em hidratos de carbono das frutas e verduras, baixa em proteínas e gordura. Sem carne, sem produtos lácteos, sem pão, sem açúcar, sem cafeína e nada cozinhado além dos 48º Celsius.

Os resultados foram absolutamente incríveis, todos conseguiram reverter a diabetes, inclusivamente indivíduos com diabetes tipo I – em que o corpo produzia muito pouca ou nenhuma insulina – conseguiram livrar-se das injecções de insulina e reduzir de forma muito significativa a dependência da insulina (baixando de 70 para 5 unidades diárias).

Ou seja, uma alimentação com os nutrientes certos, pode levar o corpo a accionar determinados mecanismos e respostas hormonais, que até então estavam inibidos.

Altamente recomendável, vejam com atenção e partilhem com aqueles que conhecem que sofrem deste problema e com todos os potenciais interessados em saber um pouco mais da verdadeira cura para a diabetes.

O conhecimento é poder, por isso passe a mensagem.

Deixem os vossos comentários abaixo!

Anúncios

Um Tratamento Ocultado para a Cura do Cancro – Antineoplastos

No seguimento de posts anteriores subordinados a esta temática, descobri outro filme (que partilho no fim deste texto) muito interessante que nos conta a história de um tratamento alternativo do cancro com resultados significativamente melhores quando comparado com os tratamentos tradicionais de quimioterapia e radioterapia. Esta terapia tem sido utilizada com sucesso numa clínica em Houston, Texas (EUA) desde os anos 80 e, segundo aquilo que consegui apurar, já se está a fazer alguns ensaios clínicos também no Japão.

Esta descoberta surgiu mais ou menos por acaso quando um médico polaco estava a trabalhar no seu doutoramento em bioquímica nos anos 70, estudando a relação dos níveis de aminoácidos e peptídeos no sangue de individuos saudáveis e indivíduos doentes, com a finalidade de diagnosticar possíveis doenças.

O que são Antineoplastos e como funcionam?

Os antineoplastos (em inglês antineoplastons) são derivados de peptídeos e de aminoácidos descobertos pelo Dr. Stanislaw Burzynski, MD, Ph.D. em 1967. Os peptídeos são biomoléculas formadas pela ligação de dois ou mais aminoácidos e ambos fazem parte do metabolismo das proteínas.

O Dr. Burzynski foi o primeiro a descobrir peptídeos que ocorrem naturalmente no corpo humano que controlam o crescimento do cancro. Ele observou que os pacientes com cancro tinham, tipicamente, deficiência de certos peptídeos no sangue, em comparação com indivíduos saudáveis. De acordo com o Dr. Burzynski,  os antineoplastos são componentes de um sistema de defesa bioquímico que controla o cancro sem destruir as células normais.

Quimicamente, os antineoplastos incluem peptídeos, derivados de aminoácidos e ácidos orgânicos. Eles ocorrem naturalmente no sangue e na urina e são reproduzidos de forma sintética para uso medicinal. O nome de antineoplastos vem das suas funções em controlar células cancerosas ou neoplásicas, pelo que se podem considerar como agentes anti-neoplásicos.

Os antineoplastos actuam como interruptores moleculares, que “desligam” os processos vitais das células anormais, forçando-as a morrer por apoptose (morte programada da célula). Portanto, estas substâncias desencadeiam a morte de células cancerosas sem danificar as células saudáveis e sem comprometer o seu desenvolvimento.

O nosso corpo contêm duas categorias de genes que permitem que o cancro se possa desenvolver (os oncogenes e os genes supressores tumorais) e é geralmente aceite que o cancro resulta de uma maior actividade dos oncogenes e de uma menor actividade dos genes supressores tumorais.  Desta forma, os antineoplastos “ligam” os genes supressores tumorais e “desligam” os oncogenes restabelecendo o equilibrio na expressão genética dos individuos.

Sobre o filme

Este filme, que devia ser difundido o mais possível, conta a história de um médico e bioquímico chamado Stanislaw Burzynski que ganhou a maior e, possivelmente, a mais complicada e intrigante batalha contra a Food & Drug Administration (FDA) na história dos EUA.

As suas batalhas vitoriosas com o governo dos Estados Unidos tiveram lugar por consequência das descobertas que este médico de origem polaca fez nos anos 70, quando descobriu uns compostos (antineoplastos) que poderiam ajudar a tratar o cancro de uma forma muito mais efectiva que os tradicionais tratamentos de quimioterapia e radioterapia.

Este tipo de tratamento, por variadas razões políticas e económicas (como vão poder comprovar ao longo do filme), encontra-se somente disponível sob a forma de ensaios clínicos na Burzynski Clinic no Texas, no entanto, presume-se que dentro de algum tempo, esteja disponível para a população em geral, já que está a decorrer a fase final de provas com a supervisão da  FDA, a entidade americana que regula a aprovação deste tipo de coisas.

Quando este tratamento for aprovado, será a primeira vez na história que um único cientista, e não uma empresa farmacêutica, terá a patente exclusiva e os direitos de distribuição deste tipo de medicamento ao mercado aberto. Ou seja, a indústria farmaceûtica – a indústria mais lucrativa do planeta com ganhos médios anuais de 20% – não poderá lucrar absolutamente nada com a venda destes medicamentos, que têm demonstrado melhores resultados que os tratamentos convencionais de quimioterapia e radioterapia.

Nota: Vejam a partir do minuto 20 alguns estudos a comprovar esta realidade e o PERIGO das drogas mais comuns usadas na quimioterapia – mitotano, doxorrubicina, etoposido e cisplatina. Eu próprio tive que levar com elas durante uns tempos!

Os Antineoplastos são responsáveis pela cura de algumas das formas mais incuráveis de cancro terminal. Vários sobreviventes de cancro, que escolheram este tratamento em vez da cirurgia, quimioterapia ou radioterapia são apresentados no filme, com a divulgação completa de registos médicos para apoiar o seu diagnóstico e recuperação.

Nota: Vejam a partir de 1h07min a história de uma criança de 4 anos com um grave tumor no cérebro que respondeu de forma espectacular a este tipo de terapia.

Este documentário dá a conhecer ao público a longa jornada de 14 anos que o Dr. Burzynski e os seus pacientes tiveram de suportar, a fim de obter a aprovação da FDA para realizar ensaios clínicos com antineoplastos.

Como com qualquer coisa que implica uma mudança de paradigma, a capacidade de Burzynski para tratar o cancro de forma tão bem sucedida despoletou alguma inveja e confusão na comunidade médica. Esse facto foi motivo de inúmeras investigações pelo Conselho Médico do Texas, que levou o Dr. Burzynski ao Tribunal Supremo numa tentativa de incriminá-lo e tentar interromper as suas práticas.

Da mesma forma, a Food & Drug Administration tentou, através de diversas maneiras e meios, destruir a credibilidade do Dr. Burzynski e desviar as atenções, nomeadamente ao não referir o seu nome nos papers dedicados aos resultados obtidos no tratamento do cancro com antineoplastos, ao aplicar diferentes dosagens daquelas que eram utilizadas na sua clínica no Texas (em prejuízo das pessoas doentes), ao tentar patentear produtos que já estavam patenteados, ao levá-lo a responder em tribunais durante mais de 10 anos com acusações infundadas de fraude e de violação da lei, etc.

Vejam o vídeo e partilhem o mais possível com TODOS os vossos contactos (médicos incluídos).

O conhecimento é poder.

Para mais informações e para que possam comprovar a inúmera quantidade de papers que foram publicados ao longo dos últimos anos, recomendo os seguinte sites:

http://www.burzynskiclinic.com/

http://www.burzynskimovie.com/

Até breve.

Pedro Correia

As verdades sobre a Prevenção do Cancro – Parte 4

Clique aqui para ver as partes 1, 2 e 3.

20 mil pessoas morrem de cancro todos os dias. Estamos a falar de 8 milhões de mortes por ano de uma doença que pode ser evitada com o nosso estilo de vida.

Em 1900 uma em cada 20 pessoas tinha cancro. Este número tem vindo a aumentar exponencialmente, em 1970 era uma em cada 10 pessoas e, hoje em dia, os indicadores dizem-nos que uma em cada três pessoas terá cancro ao longo da sua vida.

Este é um documentário valioso e muito bem documentado que retrata a evolução das teorias existentes sobre o cancro, o perigo dos tratamentos convencionais (quimioterapia, radioterapia e cirurgia), as pessoas que estiveram envolvidas no seu estudo e investigação, os lobbies e lucros astronómicos da indústria farmacêutica na produção de medicamentos (verdadeiras drogas) para a sua “presumível cura”, os métodos naturais que têm sido ignorados ao longo dos tempos, a resistência da comunidade médica e das organizações de saúde públicas em reconhecer a validade destas terapias, etc.

Os médicos, na sua grande maioria, têm pouca ou nehuma formação em nutrição, induzindo em erro muitos pacientes. Acredito que, no fundo, os médicos querem ajudar todas as pessoas a melhorar mas a forma como todo o sistema está montado faz com que os médicos percebam mais de drogas do que comida. A informação que chega aos mesmos provém dos laboratórios, da poderosa indústria farmaceûtica que precisa de vender os seus medicamentos para fazer dinheiro. Esta lógica inversa faz com que seja normal ter pessoas com colesterol alto a tomar estatinas e a comer pão e outro tipo de hidratos de carbono refinados todos os dias, pessoas com diabetes tipo II (nota: as estatinas aumentam o risco de diabetes) que são obrigadas a tomar o seu comprimido todos os dias porque os médicos dizem que não é reversível, pessoas com hipertensão que tomam a sua pastilhinha milagrosa e que não sabem que uma dieta rica em gorduras e proteínas podem ser a verdadeira cura, etc.

Continua a imperar a mentalidade que a pastilha é que vai resolver o problema e na realidade não se perde tempo a descobrir a causa. Costuma ser assim: tem dores de cabeça ou enxaqueca? Tome um brufen e isso passa. Mas isto não chega, falta saber o PORQUÊ! Pode ser simplesmente um síntoma associado a um elevado nível de inflamação sistémica causado por excesso de gluten ou de produtos lácteos na dieta. Pode ser uma deficiência de vitamina D, demasiado peixe com mercúrio, demasiado açúcar na dieta, pode ser um efeito secundário dos antibióticos que anda a tomar…Enfim, podem ser muitas coisas!

Neste documentário poderá ver também (1h04m) os beneficios de suplementos (alguns conhecidos desde 1950) na prevenção do cancro tais como a vitamina B17 encontrada nas sementes de damascos, a cartilagem de tubarão, vitamina C e uma planta chamada viscum álbum (em inglês mistletoe) – com um exemplo público da actriz norte-americana Suzanne Sommers.

Faça um favor a si mesmo ou a um familiar que tenha passado ou esteja a passar por uma situação destas e fique a conhecer as outras alternativas à prevenção e tratamento desta doença.

O conhecimento é poder. Partilhe este documentário com os seus amigos e possíveis interessados.

Até breve!

Pedro Correia