Jornadas Medicina do Exercício – Treino de Força para a Saúde

Será no próximo dia 3 de Fevereiro de 2018 em Lisboa, que decorrerá as I Jornadas Medicina do Exercício, que visam promover a divulgação e discussão do tema “Treino de Força para a Saúde”, salientando as sinergias que podem ser criadas entre as Ciências Médicas e o Exercício. 

Estas jornadas visam promover a importância de uma abordagem multidisciplinar e contará com a participação de Médicos, Fisioterapeutas e Fisiologistas do Exercício.

Eu terei o prazer de estar presente como palestrante e a minha intervenção centrar-se-á no Treino de Força e a sua relação com a Longevidade / Saúde.

Para mais informações sobre o evento podem ver AQUI.

Espero poder contar com a vossa presença 🙂

Até breve!

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Podcast Best Training Tips – Entrevista

Hoje partilho convosco a entrevista que realizei para o podcast Best Training Tips do João Venceslau. Eu não conhecia o João mas desde logo simpatizei bastante com ele porque percebi que estamos sintonizados na nossa forma de pensar e em termos daquilo que ainda está por fazer e explorar nesta área.

Nesta entrevista falamos do meu percurso, de força (como é óbvio), de treino, de performance, daquilo que fazemos na The Strength Clinic, da programação do treino, da importância e pertinência do treino de força em doentes oncológicos (e do estudo em que colaborei), e das minhas preocupações no que diz respeito à área da Saúde e do Fitness em geral.

Este é o primeiro podcast português dedicado ao exercício / treino (parabéns ao João pela excelente iniciativa!) e espero sinceramente que venha a ser um grande sucesso.

Podem espreitar aqui o link: BTTips #8 | Pedro Correia – Treino de Força.

Espero que gostem e que passem a palavra 🙂

Até breve!

Certificação Barbell Training Specialist – Lisboa

Nos próximos dias 4 e 5 de Novembro de 2017 será levada a cabo a primeira Certificação de Barbell Training Specialist (15 horas) na The Strength Clinic (Lisboa) em parceria com a WellXProSchool e na qual serei um dos formadores.

Esta é uma formação pioneira em Portugal e é dirigido a profissionais do exercício e estudantes ou licenciados das áreas da Educação Física, Desporto e Saúde, que pretendam desenvolver os conhecimentos na área do treino da condição física em geral e do treino com barra olímpica em particular.

Todas as informações sobre a mesma podem ser consultadas no seguinte site: http://www.wellxproschool.com.

Inscrevam-se que vai valer a pena!

The Strength Clinic: A FORÇA chegou!

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Quando regressei a Portugal em 2012 e comecei a trabalhar num ginásio convencional lembro-me de ter uma conversa com um colega que as pessoas não tinham o acompanhamento que deviam ter e que mereciam melhor, muito melhor. Na altura lembro-me perfeitamente de ter explicado a minha visão e aquilo que entendia que era importante oferecer às pessoas para que estas pudessem realmente ter resultados diferentes e melhorar a sua qualidade de vida. A resposta da outra parte à minha frustração perante aquele cenário foi que era impossível criar algo desse género e que eu estava a sonhar. Em 2013, criei o Programa Fat Burn Boot Camp, que já vai na sua oitava edição. Agora, volvidos quatro anos, e no seguimento da missão que estabeleci, consegui tornar esse sonho realidade e criar um espaço onde as pessoas possam ter uma atenção mais personalizada.

Foi na passada terça-feira, dia 1 de Novembro, que teve lugar a inauguração da The Strength Clinic (TSC) em Alcântara (Lisboa). A TSC é um projecto que já vem sendo pensado por mim e pelo meu irmão (Nuno Correia) há algum tempo e esta Clínica / Ginásio tem como objectivo introduzir um novo conceito de treino físico na nossa sociedade, um conceito de saúde, força e longevidade destinado a melhorar a capacidade funcional de qualquer indivíduo.

Posso afirmar, sem reservas, que este projecto é o culminar de muitos anos de trabalho e de estudo na área da saúde, do treino e da nutrição. Aquilo que pretendemos oferecer é uma solução holística, integrada e funcional de longevidade com base no treino físico, na nutrição e no estilo de vida. O nosso sistema de treino assenta no conceito clássico de cultura física (algo que se foi perdendo ao longo do tempo) e na matriz evolutiva da motricidade humana, nós acreditamos que qualquer pessoa (independentemente do seu nível de fitness e condição clínica) poderá ser integrada num processo de desenvolvimento progressivo e funcional das suas capacidades.

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A cultura física é um termo utilizado para descrever as várias actividades utilizadas pelas pessoas ao longo dos séculos para fortalecer o seu corpo, melhorar o seu físico, aumentar a sua resistência, melhorar a sua saúde, lutar contra o envelhecimento, e para tornarem-se melhores atletas. No passado, o treino físico, mais concretamente o levantamento de pesos, era recomendado por médicos como uma ferramenta terapêutica para a prevenção e tratamento de doenças. Por exemplo, na Rússia, no final do século XIX / início do século XX, o médico polaco Vladislav Krayevsky, que fundou a Sociedade Amadora de Weightlifting de São Petersburgo e que escreveu dois trabalhos fundamentais (The Catechism of Health – Rules for Athletes e The Development of Physical Strength with Kettlebells and without Kettlebells), foi um pioneiro nesse sentido. Infelizmente, o conceito de cultura física foi-se perdendo, por vários motivos, após a Segunda Guerra Mundial.

A matriz evolutiva da motricidade humana diz respeito aos vários estágios de desenvolvimento  neuro-motor que vivemos desde o nosso nascimento até atingirmos a posição bípede. Nós evoluímos com o movimento e são os padrões de movimento que o nosso cérebro reconhece aqueles que serão utilizados para expressar a sua função. Por exemplo, quando nascemos temos bastante mobilidade, basta olhar para a forma como os bébés se movem e para a quantidade de vezes que eles caem. Porém, a sua maior dificuldade reside em controlar os movimentos, isto é, em ter a estabilidade necessária para realizar as suas funções.

Com o aumento do tempo de sedentarismo e com esta mudança das condições ambientais (em que conseguimos fazer a nossa vida com um telefone na mão), nós, adultos, perdemos a capacidade de realizar movimentos funcionais e de ter a capacidade física necessária para realizar pequenas tarefas que envolvem algum dispêndio energético como por exemplo: carregar as compras do supermercado, carregar objectos pesados, subir escadas, caminhar vários quilómetros por dia, nadar, correr, brincar com os filhos, etc. Se olharmos para o nosso percurso evolutivo enquanto espécie e para aquilo que somos hoje em dia, podemos constatar que todos os sistemas do corpo humano requerem actividade física para o seu desenvolvimento normal. Portanto, isto significa que a inactividade física não é apenas anormal, como também é patológica. O nosso corpo não está adaptado às condições ambientais em que vivemos e é também por isto que surgem as doenças!

A nossa visão na The Strength Clinic é criar uma epidemia mundial de saúde, força e longevidade, isto é, nós acreditamos que a vida de um ser humano pode ser semelhante à vida de uma lâmpada, a brilhar até ao último segundo. Queremos combater a mensagem derrotista e de inferiorização das pessoas mais idosas, na qual o espírito de comunidade e cultura de esforço não estão presentes. Para nós a melhor forma das nossas vidas está no futuro e não no passado, independentemente da idade cronológica actual.

No que diz respeito à nossa metodologia, podemos afirmar que a mesma é claramente distintiva dos ginásios convencionais e de outros espaços desportivos. Nós desenvolvemos uma metodologia de treino própria em que os princípios do treino (progressão, sobrecarga, especificidade e individualização) são essenciais. A nossa programação não inclui variedade inconsequente, nem a inclusão de exercícios que primam apenas pela sua espectacularidade. O nosso enfoque é na qualidade do movimento (i.e. prevenção de lesões), na personalização do treino e no desenvolvimento de mobilidade e força funcional de forma progressiva e sustentada.

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Outra aposta que queremos fazer é na formação e para isso já temos previsto a realização de vários workshops e cursos de kettlebells, de treino com barra e de mobilidade, que serão anunciados a seu tempo.

Existem vários pontos que nos distinguem dos outros espaços mas julgo que os seguintes quatro são os mais importantes:

1. Avaliação TSC 

1.1 Avaliação Funcional

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Visa sabermos o historial de saúde, as lesões antigas, o historial ao nível do treino e os objectivos específicos de cada pessoa. Porque a nossa aposta é na prevenção de lesões e na optimização da saúde, vamos avaliar a sua competência de movimento e perceber quais são as suas principais limitações físicas e/ou assimetrias. Nesta avaliação incluímos também vários testes para aferir a qualidade do movimento, testes de mobilidade específicos e vários testes de performance, que visam aferir a força, a resistência muscular, a activação de músculos chave, a estabilização em posições fundamentais e a força de preensão.

1.2 Avaliação Metabólica InBody770 

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Porque a relação entre o peso e a altura não é suficiente para uma análise correcta da composição corporal, vamos utilizar a mais avançada tecnologia de bioimpedância, o equipamento InBody 770 (utilizado em investigação clínica e com uma correlação de 98,4% com o DEXA), com a finalidade de recolher a informação completa sobre a sua condição metabólica actual e de dar uma orientação profissional para a composição corporal ideal.

1.3 Avaliação Visual 

Tem como finalidade ficarmos com o registo fotográfico da sua imagem para posterior comparação.

2. Programação

Conforme referi acima nós desenvolvemos um sistema e metodologia de treino próprios. Os nossos programas de treino visam o desenvolvimento de pessoas e a nossa selecção de exercícios baseia-se na sua eficácia e não na sua espectacularidade.

Os treinos em grupo (para 4-10 pessoas) são a nossa grande inovação e os mesmos assentam em programas regulares de ciclos de quatro a oito semanas e programas especiais nos períodos do Natal, Páscoa e Verão. Cada programa inclui os seguintes tipos diferentes de treino: 1) treino de força; 2) treino metabólico e 3) regeneração. As sessões de treino de força terão como enfoque principal o desenvolvimento de força através do treino de padrões de movimento fundamentais, com ou sem resistências externas. As sessões de treino metabólico terão como enfoque principal a resistência muscular e o treino de desenvolvimento dos sistemas energéticos. As sessões de regeneração terão como enfoque principal o treino de mobilidade e visam ajudar o corpo a recuperar de uma forma mais eficaz.

Além dos treinos em grupo e em função de necessidades mais específicas de cada pessoa, temos também sessões de treino privadas (1 treinador para 1 pessoa) e sessões de treino semi-privadas (1 treinador para 2/3 pessoas).

Temos também prevista a realização de programas especiais dirigidos para populações que sofram de alguma condição de saúde específica (doenças cardiovasculares, diabetes, cancro, osteoporose, sarcopenia, dores crónicas) equipas desportivas e para profissionais que requeiram um condicionamento físico mais exigente, tais como polícias, bombeiros e militares.

3. Personalização 

A nossa maior aposta em relação aos ginásios convencionais é uma maior personalização do treino em grupo. Nós estamos perfeitamente conscientes que todas as pessoas são diferentes e que têm necessidades diferentes. Por este motivo, é que fazemos sempre uma Avaliação da condição de cada indivíduo para sabermos aquilo que cada um é capaz de fazer e para adequarmos os exercícios / movimentos na nossa programação.

4. Supervisão / Acompanhamento 

Porque queremos que as pessoas obtenham resultados de classe mundial (com segurança) e porque sabemos que o acompanhamento no treino é fundamental na optimização dos mesmos, os nossos treinos serão sempre supervisionados por treinadores qualificados e genuinamente interessados no seu desenvolvimento.

Para mais informações sobre o nosso conceito e serviços, recomendo que visitem o nosso website em www.thestrengthclinic.training e/ou que acompanhem a nossa página no Facebook para ficarem a par das nossas novidades e publicações.

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Fico a aguardar a vossa visita!

Até breve!

Torneio de Iniciação Halterofilismo

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No passado dia 4 de Junho participei no Torneio de Iniciação no Halterofilismo, que decorreu no Ginásio Atlético Clube, na Baixa da Banheira. Tenho vindo a praticar esta modalidade um pouco mais a sério há cerca de cinco meses e confesso que o desafio está a ser bastante exigente.

Apesar de não ter conseguido fazer as marcas que queria, consegui fazer as minhas melhores marcas (75kg no Snatch e 105kg no Clean & Jerk) e a qualificação para o Campeonato Nacional no próximo dia 2 de Julho. Enfim, preciso de continuar a trabalhar na técnica e de ganhar mais confiança debaixo da barra nos próximos tempos.

Ainda assim, neste Torneio, consegui o terceiro lugar na minha categoria e a minha primeira medalha :).

Até breve!

 

E se a força de preensão fosse um preditor mais forte de mortalidade que a tensão arterial?

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Já tenho referido aqui várias vezes que a força muscular tem um papel importante na prevenção de doenças, na melhoria da performance e no aumento da longevidade. Hoje sabemos que uma diminuição de força muscular, medida pela força de preensão (ou força de grip), tem sido associada com um aumento do risco de mortalidade em muitos estudos (LINK, LINK, LINK, LINK, LINK). E os resultados recentes do estudo PURE (Prospective Urban Rural Epidemiology), publicado num jornal de referência como o The Lancet, vêm reforçar esta hipótese e a importância de se olhar para este marcador com maior atenção.

O estudo PURE é um estudo longitudinal feito em 17 países de diferentes níveis económicos e sócio-culturais, que envolveu o seguimento de 139.691 participantes (81.039 mulheres e 58.652 homens entre os 35 e 70 anos) durante um período médio de quatro anos. Os participantes receberam um questionário estandardizado para recolher informação, mediu-se a pressão arterial e vários indicadores antropométricos, mediram-se os níveis de atividade física, os padrões alimentares e, no que respeita à força muscular, os participantes foram avaliados pela força de preensão através de um dinamómetro. Durante este período os investigadores mediram vários parâmetros de interesse para a saúde pública: mortalidade por todas as causas, mortalidade cardiovascular, mortalidade não-cardiovascular, enfarte do miocárdo, acidente vascular cerebral, diabetes, cancro, pneumonia, doenças respiratórias, lesões devido a quedas e fracturas. Portanto, o objetivo deste estudo foi examinar a importância da força de preensão na predição da mortalidade em países de ambientes económicos e sócio-culturais distintos.

No que concerne aos resultados, os investigadores descobriram que a força de preensão está inversamente associada com a mortalidade por todas as causas, mortalidade cardiovascular, mortalidade não-cardiovascular, enfarte do miocárdio e acidente vascular cerebral, mas os mesmos investigadores não encontraram uma associação significativa entre a força de preensão e diabetes, risco de pneumonia ou doença obstrutiva pulmonar crónica, lesão resultante de queda e fracturas. Na figura abaixo podemos verificar que os indivíduos com maior força de preensão (representados com a cor verde) tiveram uma taxa de fatalidade inferior aos indivíduos situados nos terços médio (cor vermelha) e inferior (cor azul), para enfarte do miocárdio, acidente vascular cerebral, cancro, admissão no hospital para pneumonia ou doença obstrutiva pulmonar crónica, pneumonia, queda e fractura.

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Apesar destes resultados, na minha opinião, o mais interessante neste estudo foi aquilo que os investigadores fizeram face à associação significativa entre a força de preensão, a mortalidade por todas as causas, a mortalidade cardiovascular e a doença cardiovascular incidente. Neste sentido, os investigadores fizeram uma comparação da importância da força de preensão, com a pressão arterial sistólica (um marcador conhecido de mortalidade) e com os níveis de atividade física. Depois de ajustarem para estes fatores, chegaram à conclusão que, embora a pressão arterial sistólica apresente uma associação maior para a doença cardiovascular que a força de preensão, esta é um preditor mais forte de mortalidade por todas as causas que a pressão arterial sistólica e tem um valor preditivo semelhante para a mortalidade cardiovascular. Curiosamente, os níveis de atividade física foram piores preditores de mortalidade por todas as causas, de mortalidade cardiovascular e de doença cardiovascular incidente que a força de preensão e pressão arterial sistólica.

Como nota final, queria apenas referir que este é um estudo observacional (tal como aquele que deu origem à famosa teoria do colesterol), pelo que não podemos estabelecer uma relação causa-efeito. No entanto, atendendo ao facto que a maioria da população tem défice de força (porque não faz treino de força), que a população mundial está cada vez mais envelhecida, e que a principal causa de morte no Mundo são as doenças cardiovasculares, se calhar já era altura de medir também a força de preensão nas consultas médicas nos hospitais, clínicas ou outros espaços promotores de saúde, uma vez que esta é uma forma simples e barata de aferir o risco de mortalidade. É óbvio que esta está longe de ser a forma mais funcional de avaliar a força muscular mas julgo que poderia ser um bom começo para sensibilizar os profissionais de saúde (infelizmente muitos deles não dão o melhor exemplo) e os próprios doentes para esta questão. Já há muita evidência para justificar a sua utilização se o foco for realmente prevenir doenças e não “cuidar de doenças”.

Ah e antes que me perguntem quais os melhores exercícios para trabalhar a força de grip, aquilo que tenho a dizer é o seguinte: treino com barra, kettlebells e pesos livres, felizmente há muito por onde escolher :).

Até breve e bons treinos!

Referências

Leong, Darryl P et al. Prognostic value of grip strength: findings from the Prospective Urban Rural Epidemiology (PURE) study. The Lancet , Volume 386, Issue 9990, 266-273.

Ortega Francisco B, Silventoinen Karri, Tynelius Per, Rasmussen Finn. Muscular strength in male adolescents and premature death: cohort study of one million participants. BMJ 2012; 345:e7279.

Metter EJ, Talbot LA, Schrager M, Conwit R. Skeletal muscle strength as a predictor of all-cause mortality in healthy men. J Gerontol A Biol Sci Med Sci. 2002 Oct;57(10):B359-65.

Rantanen T, Harris T, Leveille SG, Visser M, Foley D, Masaki K, Guralnik JM. Muscle strength and body mass index as long-term predictors of mortality in initially healthy men. J Gerontol A Biol Sci Med Sci. 2000 Mar;55(3):M168-73.

Ruiz JR, Sui X, Lobelo F, Morrow JR Jr, Jackson AW, Sjöström M, Blair SN. Association between muscular strength and mortality in men: prospective cohort study. BMJ. 2008 Jul 1;337:a439. doi: 10.1136/bmj.a439.

Sasaki H, Kasagi F, Yamada M, Fujita S. Grip strength predicts cause-specific mortality in middle-aged and elderly persons. Am J Med. 2007 Apr;120(4):337-42.

Muscle Matters (O Músculo Importa) – TED Talk

Preserve a sua massa muscular e força se pretende viver de forma mais saudável. As caminhadas e as corridas não lhe vão ajudar a manter a massa muscular nem vão torná-lo mais forte. É preciso incorporar o treino de força na sua dieta, não basta comer bem. Você decide: 1) acabar a sua vida de bengala e a depender das outras pessoas ou 2) acabar a sua vida a fazer aquilo que gosta e a brilhar até ao último segundo.

Esta é uma conferência imperdível do Dr. Brendan Egan, professor na Universidade de Dublin (departamento de Fisioterapia e de Ciências do Desporto) e cujo enfoque da sua investigação tem sido as adaptações do exercício físico no metabolismo humano.

Até breve!