European Golf & Fitness Symposium 2018 – Portugal

Será nos próximos dias 12 e 13 de Abril que terei o prazer de participar no European Golf & Fitness Symposium no Sheraton Cascais Resort (Portugal), um evento europeu que vai reunir um leque de especialistas internacionais nas áreas do treino, reabilitação, biomecânica, preparação física, performance e ensino.

Este evento (único na Europa) tem como objectivo destacar o papel fundamental da preparação física no golfe e no seu desenvolvimento em geral. E tal objectivo só pode ser alcançado através da formação contínua, de métodos de treino actualizados e da aprendizagem das melhores práticas.

O tema da minha intervenção será: “Fundamentals for Performance Improvement”.

Todas as informações sobre o evento podem ser encontradas aqui: http://european-golf-fitness.com/. 

Para os interessados na modalidade de golfe este é um evento a não perder!

Até breve!

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O Chicken Wing no Golfe

Chicken-Wing O Chicken Wing é um termo utilizado para descrever a perda de extensão do cotovelo que lidera o movimento no momento do impacto e normalmente acontece quando o corpo já está fora de posição no downswing. O nome Chicken Wing advém da semelhança do braço que lidera o movimento a uma asa de galinha. Em condições normais é de esperar que este braço esteja em completa extensão (i.e. numa linha reta entre o ombro e a vareta) com a finalidade de criar uma amplitude máxima e gerar mais velocidade na cabeça do taco. A partir do momento que se verifica uma flexão crónica do braço da frente, a potência do shot vai ficar comprometida e o stress excessivo na parte externa do cotovelo poderá contribuir para o aparecimento de tennis elbow no longo prazo, a lesão mais popular entre os…tenistas.

Para quem tiver interesse em melhorar a funcionalidade do seu corpo para o golfe, aqui fica o link para o resto do artigo (págs. 16-17) que escrevi para a revista Golfe Press (edição de Junho) e algumas dicas de exercícios para corrigir esta limitação física.

Ver aqui: Chicken Wing.

Até breve e boas tacadas!

Casting / Early Release

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O Casting ou o Early Release refere-se à libertação antecipada dos ângulos dos pulsos durante a fase de downswing (imagine o ângulo formado pelo antebraço e a vareta quando o seu professor diz-lhe para parar o movimento no topo do backswing) e de acordo com o Titleist Performance Institute 55,9% dos jogadores amadores cometem este erro. Um aumento deste ângulo resulta numa posição de impacto mais fraca e como resultado vamos verificar uma perda de potência e de consistência na pancada. Os grandes jogadores têm a habilidade extraordinária de manter os ângulos dos pulsos durante o downswing e de libertá-los no último momento. No momento de impacto todos os golfistas deveriam ser capazes de ter a vareta inclinada em direção ao alvo já que é esta a posição ideal para gerar potência.

Para quem tiver interesse em melhorar a funcionalidade do seu corpo para o golfe, aqui fica o link para o resto do artigo (págs. 20-21) que escrevi para a revista Golfe Press (edição de Maio) e algumas dicas de exercícios para corrigir esta limitação física.

Ver aqui: Casting / Early Release.

Até breve e boas tacadas!

Ficar com o Peso Atrás / Hanging Back

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Se você pretende bater longe, você precisa de aprender a habilidade de transferir o seu peso do corpo durante o swing de golfe. Ficar atrás acontece quando um golfista não consegue transferir o peso do corpo corretamente para a perna que está à frente no downswing. Nesta caraterística de swing os golfistas têm tendência a apoiar-se na perna que está atrás e isto normalmente resulta numa perda de potência, em divots gordos e/ou na falta de capacidade em bater a bola de forma consistente. Ficar atrás pode também ser causado por outras caraterísticas tais como o reverse pivot (o movimento contrário àquilo que se pretende) ou o sway (deslocamento lateral da bacia na direção contrária ao alvo). Nos jogadores que ficam com o peso atrás é muito comum verificarmos uma libertação prematura dos ângulos dos pulsos e o avançar dos braços para compensar a deficiente transição do peso do corpo para a perna da frente.

Para quem tiver interesse em melhorar a funcionalidade do seu corpo para o golfe, aqui fica o link para o resto do artigo (págs. 24-25) que escrevi para a revista Golfe Press (edição de Abril) e algumas dicas de exercícios para corrigir esta limitação física.

Ver aqui: Ficar com o Peso Atrás / Hanging Back.

Até breve e boas tacadas!

Ângulo de Coluna Inverso / Reverse Spine Angle

Reverse Spine Angle

O ângulo de coluna inverso é, provavelmente, a causa principal das lesões nas costas no golfe e pode ser definido como um movimento excessivo para a esquerda (golfistas dextros) da parte superior do corpo no final do backswing. Esta caraterística de swing torna muito difícil a realização do downswing na sequência correta porque esta posição da coluna vai limitar o movimento de rotação das ancas. Se se recorda as ancas devem ser o primeiro segmento corporal a entrar em ação no downswing. Depois seguem-se o tronco, os braços e o taco de golfe. Quando as ancas não estão em posição de realizar o seu trabalho devidamente, vamos observar uma tendência do tronco para dominar o movimento, isto vai comprometer a sua eficiência de swing e pode mesmo ser a causa principal das suas dores na região lombar – no caso dos jogadores dextros, é importante referir que as forças compressivas na coluna são mais evidentes do lado direito porque é quando acontece o momento do impacto.

Para quem tiver interesse em melhorar a funcionalidade do seu corpo para o golfe, aqui fica o link para o resto do artigo (págs. 22-24) que escrevi para a revista Golfe Press (edição de Março) e algumas dicas de exercícios para corrigir esta limitação física.

Ver aqui: Ângulo de Coluna Inverso / Reverse Spine Angle.

Até breve e boas tacadas!

Plano de Ombros Horizontal / Flat Shoulder Plane

Flat Shoulder Plane

O plano de ombros horizontal faz parte da perda da postura e verifica-se quando você coloca os ombros num plano horizontal no final do backswing. Imagine que você está na posição inicial para bater um ferro 7, a sua coluna está ligeiramente inclinada para a frente, olhos na bola, você inicia o backswing e aquilo que pretende no seu swing de golfe é que este seja harmonioso e que mantenha esta posição da coluna durante todas as fases do movimento até chegar ao follow through. Se você estiver a bater um ferro mais curto como um pitch a sua coluna vai estar ainda mais inclinada para a frente e se você estiver a bater uma madeira ou um ferro mais longo você não necessitará de manter uma posição corporal tão baixa.

Para quem tiver interesse em melhorar a funcionalidade do seu corpo para o golfe, aqui fica o link para o resto do artigo (págs. 20-22) que escrevi para a revista Golfe Press (edição de Fevereiro) e algumas dicas de exercícios para corrigir esta limitação física.

Ver aqui: Plano de Ombros Horizontal / Flat Shoulder Plane.

Até breve e boas tacadas!

Over The Top

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Segundo as estatísticas do Titleist Performance Institute, cerca de 43,5% dos jogadores fazem over the top.

O over the top (baixar o taco por fora do plano de swing) é, provavelmente, a característica de swing mais comum entre os jogadores de golfe com handicap alto. Isto normalmente acontece devido a uma utilização excessiva da parte superior do corpo durante o downswing. Como resultado dessa ação, o taco de golfe desce por fora do plano de swing, com a cabeça do taco a aproximar-se da bola num movimento de fora para dentro (isto vai criar um pull se a face do taco estiver square ou um slice se a face do taco estiver aberta no momento do impacto). Esta característica pode roubar potência ao golfista e limitar a sua capacidade de controlar o vôo da bola uma vez que ele vai acrescentar ou retirar loft ao taco e um spin adicional à bola aquando do impacto. Ao mudar o plano de swing ou a direção do swing, o golfista poderá bater na bola de forma mais sólida e aumentar a sua distância e precisão.

Para quem tiver interesse em melhorar a funcionalidade do seu corpo para o golfe, aqui fica o link para o resto do artigo (págs. 26-27) que escrevi para a revista Golfe Press (edição de Dezembro) e algumas dicas de exercícios para corrigir esta limitação física.

Ver aqui: Over The Top.

Até breve e boas tacadas!